Quem disse que gibi não é cultura?

fonte:G1 NOTICIAS

Para dar um pega nos alunos das escolas brasileiras a editora escala educacional resolveu fazer varias adaptações de antigos acontecimentos historicos como:A independência do Brasil,primeira guerra mundial,guerra de canudos e muitos outros.O Roteiro é por André Diniz,André diz que o principal motivo da editora era de levar os alunos para mais proximo de eventos que alguns torciam o nariz só de ouvir como A Inconfidência Mineira.As historias são repletas de dramaticidade e as imagens ajudam na comprensão da historia,o sitenona arte ,disponibiliza mais algumas fotos das historias abaxio vocês veem algumas opiniões de uma educadora da USP:
"Sou a favor da pluralidade de linguagens no ensino e, no caso da história em quadrinhos, é um recurso interessante por ter uma linguagem mais direta e o jovem poder se envolver com os personagens"

No entanto, a especialista observa que nada substitui a leitura da obra original. "A transposição do conteúdo para um outro formato trai o estilo do autor original. No caso do Voltaire, por exemplo, é um texto muito rico. Então, é importante que a pessoa tenha a oportunidade de ler depois o livro original", diz.

Para ela, não basta saber as datas e personagens importantes da história. É fundamental relacionar as idéias presentes nos acontecimentos históricos para fazer uma compreensão da realidade atual. "Por esse motivo, o quadrinho não deve ser a única fonte de conhecimento sobre o assunto. Pode ocorrer uma simplificação do tema no quadrinho. Mesmo assim, não deixa de ser um recurso muito interessante."

O roteirista da coleção argumenta que o quadrinho é uma síntese. "Adaptar um livro para o quadrinho é como fazer uma adaptação de um livro para um filme, em que também há uma síntese. De um livro de mil páginas, é possível fazer um filme de duas horas. Por isso, é preciso pegar as partes principais do acontecimento", afirma.

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